Pular para o conteúdo principal

Mergulhando em Isla del Coco, Costa Rica


Comecei a mergulhar em 1996. Lá se iam mais de 15 anos quando tive a confirmação de um sonho: vou mergulhar em "Coco's". Para quem não mergulha, essa pequena ilha perdida no meio do Pacífico, a 36 horas de viagem da costa da pequena e verde Costa Rica, provavelmente não diz nada ou diz muito pouco. 

Para mergulhadores, contudo, é o Éden. Isolada e com abundância de vida (e vida gigante!), faz a nossa alegria, embora exija uma boa experiência, não sendo lugar para quem ainda engatinha na atividade.




Atrações presentes em quase todos os mergulhos, tubarões-martelo como esse aí do lado, atraem centenas de  fãs de mergulho autônomo para a ilha. O esquema é de certo conforto, ao menos para os que gostam do mar e de barcos. Dormimos em cabines confortáveis, temos boa comida e o barco fica em uma baía bem abrigada durante a noite. Para se chegar aos pontos de mergulho, no entanto, é algo meio "rock 'n roll", se é que vocês me entendem...

Eu não era diferente e sonhava o dia em que conseguiria soltar minhas bolhas naquelas águas. Finalmente, em 2011, reuni todas as condições e me preparei, ansiosamente, para a viagem que realizei agora em junho de 2012.

No link que segue, vocês poderão ver um pouco sobre os mergulhos quefiz por lá. Espero que gostem, pois reduzi ao máximo (são apenas 4 minutos) justamente porque sei que ninguém aguenta ver "filminhos" dos outros por muito tempo.

http://migre.me/eqUrZ

Abraços!!

Comentários

  1. Ney, adorei viajar nesse seu filminho em Isla del Coco ! Cris

    ResponderExcluir
  2. MERGULHEI TAMBÉM... LINDO DEMAIS!

    ResponderExcluir
  3. LINDA A VIDA MARINHA... OS CORAIS ME ENCANTAM... LÓGICO, NUNCA TIVE A OPORTUNIDADE DE ESTAR MERGULHANDO ... MAS O VIDEO É LINDO DEMAIS... MASSA.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

O Encontro

Escrevi esse conto há muitos anos. Já nem lembro. Para que o leitor tenha uma rápida ideia, tive que fazer algumas edições, como para mudar uma menção ao carro que o personagem comprara, então um Vectra... A menção a um mini system eu mantive, porque entra em uma lembrança do passado do narrador. E ao remexer meus arquivos, tentando fazer algo nesse período de isolamento por conta da pandemia, encontrei esse texto. Reli e resolvi que queria dividir com vocês. Espero que gostem. O ENCONTRO Marcamos encontro numa cafeteria elegante de um shopping center . É início de agosto e o inverno ainda nem terminou, mas já faz calor e o céu tem um azul incomum, de uma beleza ímpar, dessas que nos fazem pensar que os dias estão melhores e que a felicidade está bem ao nosso lado. Olho pela janela e tenho a impressão de que não sopra nem uma brisa. As árvores não balançam e por entre os carros, enquanto atravessa para o outro lado, um homem enxuga o suor com um lenço azul e olha...

Amor Vascaíno

            O som estridente do radinho de pilha podia ser ouvido de longe. A inconfundível voz de Jorge Curi conclamava as multidões a acompanhá-lo na Rádio Globo aquela tarde, mandando levarem o rádio ao estádio. Bida, assim, logo identificou onde procurar por seu avô. Do outro lado do muro baixo das ruas tranquilas, na calçada, provavelmente sentado na velha cadeira de armar com assento de lona azul, encosto de madeira e pernas enferrujadas. Seu pai pedira que o chamasse porque não queria que se atrasassem para a ida ao Maracanã. Havia pedido à mãe que servisse mais cedo o almoço. Naquele dia não bastaria chegar cedo, comprar os ingressos e subir a rampa que ficava próxima aos trilhos da rede ferroviária federal.         Abriu o portão e ali estava o avô, sozinho, cigarro apagado entre os dedos indicador e médio da mão distraída que envolvia, com os dedos restantes e a palma da mão, um copo de chá vazio. Olhou com carinho pa...

CONTANDO HISTÓRIAS: Valentina

Escrevi este miniconto após ler reportagem no Portal do TRT do Espírito Santo sobre entrevista concedida pela minha querida amiga Francisca Lacerda para o programa Nossa Memória, Nossa História, da TV Justiça capixaba, cujo tema é A Justiça do Trabalho nos anos 60. Francisca é desembargadora aposentada, escritora e poetisa, membro da Academia de Letras Humberto de Campos , de Vila Velha.  O miniconto se situa em 1968. Espero que gostem. VALENTINA Valentina acordou cedo, o que não era qualquer novidade. Diferente era aquela sensação de angústia. Levou um tempo para compreender e, só depois do café reforçado que fez para Valteir é que se deu conta... Nove meses. "Dava um filho", pensou. Estava sem receber seu salário há tanto tempo que já se acostumara. Mas naquele dia, não. Pensou no marido, se esforçando nas vendas da concessionária, pensou no casal de filhos cujas roupas começavam a puir pela falta de novas e resolveu que ia tomar uma atitude, Ah! se não ia! ...